Sobre a minha forma de amar (ou sobre me conhecer melhor)

Cresci achando que era romântica. Tomei uns tombos amorosos e passei a me achar praticante de um "amor prático"...

Acreditava até pouco tempo que essa era minha forma amar. Mas noto complexidade em cada ato que analiso sobre meu jeitinho particular de demonstrar amor, de me sentir ser amada e de sentir amor!

Li no blog de um estimado amigo sobre o reencontro de um amor antigo, e decidi que, se aqui é meu espaço, o amor da minha vida também deve aparecer.

Eu casei em 2025. Foram muitos anos acreditando que nem casar eu queria. Mas eu queria sim! Talvez não no sentido estrito, mas eu queria tentar...

Encontrei um desenho em que fiz aos 9 anos, dizendo que o sonho da minha vida era casar.

Eu ressignifiquei muito esse sonho. Não é puro e simples da forma que essa menina de 9 anos desenhou. 

 

Meu sonho se tornou ser família! O que é traduzido em mil idiomas diferentes em se tratando de mim.

Ter um marido não me basta, como eu acreditei lá no ano 2000!  

O meu sonho, hoje, extrapola pros meus pais, meus irmãos e suas famílias, minha enteada, minha filha e, também, meu marido e tudo o que vem junto dele! Não é uma célula, é um ecossistema inteiro! E eu tenho plena consciência que isso é mutável, mas ao mesmo tempo eterno, uma loucura né?

Mas por que misturar meu sonho com a reflexão sobre  minha forma de amor? Porque aquele desenho da minha infância se traduz: meu sonho é amar!

Eu, na minha insignificância, tenho tanta complexidade na forma de amar e tanto entendimento de que o amor é um espectro, uma ameba, uma onda no oceano.

 

Eu percebi que sinto amor na proteção dos meus! Na lealdade, na defesa...

 

 

Esse texto ficou uma bela de uma divagação rudimentar, um diamante bruto! haha 

Quem sabe eu não volto pra falar mais sobre amor. 

 


 

 

 

 

 

 

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